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terça-feira, 25 de outubro de 2011



E mais uma vez o ar encheu-se do aroma mais selvagem que alguma vez sentira, tão intenso, tão agradável, tão cheio de recordações… onde mais uma vez encostado á árvore botava abaixo a ultima gota de álcool que a garrafa ainda continha, fugia ao frio desagradável que se proporcionava tão drasticamente, o corpo exalava calor, um tão imenso calor que me causava arrepios,  que me levava a permanecer de olhos fechados concentrado nas memorias do passado, na vida do presente, nas escolhas do futuro. Estaria seguro se tudo se baseasse á imensa liberdade com que sempre sonhei, á imensa risota que era gerada em meu torno, á troca de carinho mutuo, á mais pequena troca de olhar de felicidade ou até de insegurança que me levava mais uma vez, á pequena lágrima tão conhecida, no canto dos meus olhos.