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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Era uma vez, tu! Tu que me ensinas-te o significado de vida, ou talvez me tenhas ensinado a vivê-la, com todas as regras, ou se calhar faltaram algumas, talvez até aquelas que me iriam levar aos destroços, resolves-te então não me ensinar nada sobre elas na esperança de que permanecessem na inocência, aquela que me levas-te a acreditar somente para o bem de ambos. Aquela que voo numa ânsia esplêndida, sumindo no denso nevoeiro, e nós ali, frente a frente, vendo o tempo passar, ou somente desaparecer, escurecendo rapidamente, os dias passavam como se de segundos de tratassem, como se tivéssemos voado lado a lado com o tempo, como se sentimentos se fundissem numa metamorfose magnifica, como se construíssemos o impossível, como se tudo não se resumisse de um sonho, ou até uma partida da perfeição. Mas era tudo tão real, olhares trocados, movimentos quase sintonizados, palavras acolhedoras, sentimentos mútuos, desejos partilhados…tudo não seria perfeito se não existissem dois seres para o tornar tal, dois seres que seriam incapazes de combater a sobrevivência sem uma vida conjunta, para o resto de toda a eternidade. « amo-te sp, parabéns m. »

domingo, 16 de outubro de 2011

A ansiedade de te ver voltou a assolar-me o corpo, a saudade que sentia estava prestes a ficar no fim da velha página, estava pronto a aconchegar-te nos meus braços, vendo-te pequenina e protegida, estava pronto a agarrar-te e nunca mais te deixar ir. Via-te vir alegre lá no fundo, via liberdade no teu suave cabelo que esvoaçava num fim de tarde magnifico, num esplêndido pôr do sol acompanhei-te no tão esperado abraço, corremos juntos levando com as luzes que nos ofuscavam a vista e nos deixavam desnorteados sem saber que caminho seguir, mas o tique taque não parou, zumbia ruidosamente, perturbando o tão esperado momento e raptando as horas que nos tinham sido oferecidas, o momento voltou, aquele que não queríamos voltar a presenciar, surpreendeu-nos e chegou rapidamente, a nova página voltou a ficar cheia, como sendo um espelho da velha, agora, aguardo somente poder escrever uma nova página, mas deste vez, peço que demore mais tempo…                                       « cl.  »


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A rua permanece vazia, tal e qual a imagem reflectida no espelho. O vento corre sem parar, trazendo recordações do passado e o barulho ensurdecedor, faz-me lembrar o pânico que senti ao mergulhar na imensa solidão. As lágrimas correm-me o rosto como se estivessem a traçar uma corrida para ver qual chegaria primeiro à base dos meus pés, que por sua vez, permanecem imóveis, causa á insegurança da próxima esquina ou á partida causada pela visão que me levou a acreditar que estavas lá e me fez tropeçar na tua miragem levando-me a amparar a queda com as mãos que levei ao peito e me resguardaram no chão molhado pela densa chuva. O espelho das esperanças quebrou, o coração da vida parou, enrolado no chão pelo frio, permaneci imóvel e sem forças, e o último suspiro foi então o meu último sinal de vida.

domingo, 9 de outubro de 2011

O MEU ANTIGO BLOG FOI ELEMINADO E NÃO CONSEGUI RECURÁ-LO, LOGO, CRIEI UM NOVO, SIGAM! ♥